segunda-feira, setembro 15, 2008

Bilhete de comboio..

... porque não me escondo à espreita, não sei do que falas quando falas de mim, nunca me disseste. Se o fizeste alguma vez, perdoa-me, não me recordo.
(...)
Gosto de te ouvir dizer o nome que te apaixonou e ficar a olhar o mar contigo enquanto me contas as aventuras que exacerbas na tua doce loucura mas que ganham vida quando contadas por ti.
Sempre assim foi.
Perdes-te em amores impossíveis e vives sem escutar mais ninguém senão tu mesma.
Hoje não foi diferente e recordei-te quando tropecei nos anos que passaram por nós.

Sem comentários: